A ver um filme
acerca do Velho Testamento, diz-me do alto dos seus 8 anos: “Mamã, existiam 12
tribos? Porque é que nunca me disseste que existiam 12 tribos? É um pormenor
importantíssimo!”
11 de março de 2014
Amigos
No sábado passado
estive com uma amiga que guardo desde os onze anos de idade. Uma amiga do
coração. Foi tão bom estar com ela e com a sua família. As duas famílias juntas
totalizavam quatro adultos e sete crianças :) Vai partir para Praga em missão.
Agora que, finalmente, estou tão perto dela, o Senhor chama-a para tão longe. É
a vez dela ir. Que o Senhor acompanhe, guarde e abençoe esta querida família, é
a minha oração.
5 de março de 2014
Mães que oram... por mães.
Eu já conhecia o ministério (e até pertenço a um grupo destes) das "Mães que oram" (pelos filhos), mas ao ler um livro de meditações para novas mães, de Sandra Drescher-Lehman, achei muito interessante esta ideia de Mães (mais velhas) que oram por Mães (mais novas). Tão importante! Deixo aqui esta partilha: “No outro dia, a minha mãe comentou comigo que acha que a tarefa das mulheres da sua idade é orar pelas mulheres na minha fase da vida. Ela disse que as novas mães não tem tempo de orar. Como é que ela sabia disso? Eu nunca teria admitido a ela que quase não tenho tempo de orar! Mas ela falou como se isto fosse um facto bastante conhecido, e nem precisava de resposta. (…) Sinto falta dos períodos de silêncio e oração que eu tinha com Deus antes do bebé. (…) Obrigada, Senhor, por minha mãe e por todas as mães que oram por nós que acabamos de nos juntar a elas.”
3 de março de 2014
Norte
Por estes dias, estivemos em Braga e Guimarães, visitando as igrejas ali e partilhando
a Palavra do Senhor. Fomos tão bem acolhidos por aqueles irmãos, tão
acarinhados, que até deu vontade de ficar ali mais tempo. Ficámos em casa de um
casal amigo, que tem filhos da idade dos nossos, o que foi muito bom também
para as crianças. Voltámos de coração cheio com tudo o que vimos e ouvimos. Em
Braga, encontrámos uma congregação bastante jovem, com muitas crianças (naquele
domingo foi até dedicado a Deus um novo bebé muito mini, com apenas um mês de
vida). Têm uma congregação boa, com muitos músicos, vários instrumentos e, muito
importante, havia visitantes no culto. Muitos dos irmãos que estão a servir e a
dar escola dominical têm filhos pequenos e vidas muito ocupadas, mas isso não é
obstáculo para deixarem de ajudar na igreja. Em Guimarães, encontrámos uma
congregação igualmente acolhedora, empenhada no seu
ministério de estabelecer uma igreja naquela cidade. Uma congregação que gosta
de louvar o Senhor, com jovens a tocar vários instrumentos musicais. Tem também
crianças (e que lindas que elas são). São congregações que, neste momento, não
têm pastor e que buscam a orientação de Deus nesse sentido. Que essa
necessidade possa ser suprida em breve, com um pastor segundo o coração de
Deus, que seja uma bênção naquele lugar, para Salvação de muitos. É a nossa
oração.
1 de março de 2014
20 de fevereiro de 2014
A guerra
Enquanto passavam no noticiário as imagens do conflito na Ucrânia, o Miguel sai-se com esta: "Estão a ver aquilo na televisão? Parece fogo de artifício, não parece? Mas não é. É uma guerra!" (Pausa) "Querem que eu vos
explique a guerra? Eu explico. É assim: os russos querem ser amigos dos
ucranianos, mas os ucranianos não querem ser amigos dos russos. Os ucranianos
só querem ser amigos dos portugueses. É por isso que há guerra."
19 de fevereiro de 2014
39
Dou por mim muitas vezes a pensar no quanto sou abençoada por poder partilhar a vida ao seu lado. É um homem maravilhoso. Muito meu amigo. Hoje faz 39 anos, o último dos trintas. Recordo-me que fez 30 anos poucos dias depois de termos chegado ao Faial. Éramos só nós os dois. Longe da família, dos amigos, a casa ainda semi-montada. Mas, um grupo de irmãos da igreja bateu-nos à porta e trouxeram-lhe um bolo, salgados, sumos e fizeram-lhe uma festa (tão queridos aqueles irmãos). Nesse ano, nasceu o Miguel, o nosso primeiro filho. Aos 33 anos foi pai da Mariana e aos 36 foi pai do Tomás David. Os trintas ficarão sempre na memória como o tempo em que foi missionário nos Açores, o tempo em que foi pai e, no final, o tempo em que regressou ao continente e o início do pastorado em Queluz. Da minha parte, sinto muita gratidão por poder viver tudo isto ao seu lado e testemunhar o seu amadurecimento, sempre para melhor, fruto da sua contínua dependência do Senhor. É uma inspiração para mim e para as crianças. Gosto tanto dele! Que coração bom. E as gargalhadas dos trintas? São muito melhores que as dos vintes! Por vezes, basta um olhar, uma palavra. O que eu me divirto com o meu Rui Manuel! Parabéns, meu amor. Cada ano de vida que Deus te acrescenta é para mim motivo de profunda alegria e gratidão. A tua vida é a minha também. Amo-te.
(continuas a ser o meu médio-defensivo preferido)
(continuas a ser o meu médio-defensivo preferido)
18 de fevereiro de 2014
Queluz
No culto de domingo, a nossa querida Igreja de Queluz, fez-nos uma grande
surpresa, que nos deixou muito sensibilizados. Sem que contássemos, chamaram a
nossa família à frente e assinalaram o nosso 1º aniversário em Queluz e o
aniversário do meu marido (que vai ser amanhã), entregando-nos ofertas. Da minha
parte, recebi um ramo lindíssimo de rosas (tantas rosas), de muito bom gosto
(lindas aquelas flores) e que me deixou sem palavras. Tão querida que esta
igreja é! Somos tão gratos a Deus por poder estar em Queluz. A minha sala
parece um jardim, cheia de flores. E sempre que ali entro e olho para aquelas
flores, sinto o amor de quem as ofertou. Tão bom! Que Deus me ajude a retribuir
em dobro todo esse amor e cuidado.
14 de fevereiro de 2014
:)
O meu filho confidenciou-me que tem uma borbulha da varicela guardada na carteira. Guarda-a como um tesouro. Há coisas na mente das crianças que não vale a pena tentar compreender. É o mundo deles. Resta-nos sorrir.
Amizade
Ontem, nos Açores, foi o “dia das
amigas” e, pela primeira vez, passei esse dia no continente. Pela manhã, enviei
mensagens às minhas amigas açorianas, demonstrando-lhes que continuam bem
presentes no meu coração. Todas me retribuíram as mensagens, com palavras amigas,
demonstrando carinho e saudades. A amizade é algo muito bonito. Foi criada por
Deus e tudo o que Deus criou é bom. Mas o ponto alto do dia, foi a meio da
manhã. Estava eu no meu emprego, sentada ao computador, mergulhada em papéis,
quando vejo uma colega aproximar-se de mim com um enorme ramo de flores,
lindíssimo, e deposita-o nos meus braços. “Vieram entregar para ti” – diz-me
ela. Eu mal podia acreditar que tal coisa me estava a acontecer! Pareceria uma cena
de filme. Abri o cartão que acompanhava as flores e li: “Feliz Dia das Amigas!”
Aquelas flores vinham de uma boa amiga que está no meio do oceano. Fiquei com
os olhos rasos de água. Abracei duas vezes seguidas a colega que me entregou as
flores. Até a minha chefe me veio abraçar, sensibilizada por aquelas flores. É muito
bom ver que os laços que criámos nos Açores não se diluem com a distância, nem
com o passar do tempo. E perceber que parte de nós ficou lá. E perceber que uma
parte de lá, trouxe-a comigo no avião.
11 de fevereiro de 2014
Partilhar
Estavam dois pudins no frigorífico. O Miguel tira um pudim e dá-o à irmã.
Tira o segundo pudim para si, mas, de repente, aparece o irmão mais novo a
correr, com os bracinhos esticados. O Miguel olha para o pudim, olha para o
irmão, hesita por um momento, e, com muita pena, acaba por entregar o pudim ao
irmão, dando-lhe uma festinha na cabeça e dizendo: “Sê feliz, pequenino!” (lol)
(E vendo que o irmão mais velho tinha ficado sem pudim, os dois irmãos, sem
ninguém lhes dizer nada, deram parte dos seus pudins ao Miguel. Gostei de ver.)
Novos desafios
Não sei explicar bem porquê, talvez seja da minha própria natureza, mas
sempre fui uma pessoa receosa de falar abertamente o que me vai na alma. Mas não
me considero tímida, talvez uma falsa tímida. É difícil explicar isto. Mas quando
tenho de falar (em especial para muitas pessoas) sinto como que uma moinha no
peito, que desce pelos meus braços e gela-me as mãos, acompanhada daquele pensamento
demovedor: “Será que o que vais dizer tem algum interesse para a conversa,
Adriana?» e, por fim, lá está, a desistência e a opção por ficar calada. Sempre
foi assim, com muita pena minha, pois sinto que tenho muitas coisas interessantes cá dentro. Toda a minha vida tenho lutado muito contra isto. Não que eu
própria tenha definido esse objetivo, mas as circunstâncias da vida têm-me
obrigado a enfrentar esta dificuldade. Na igreja, na faculdade, no estágio e ao
longo da minha vida profissional, tenho sido sempre colocada em situações em
que tenho de falar para muita gente. Só com a ajuda de Deus é que isto tem sido
possível. E eu já devia ter interiorizado isto mesmo: que é Deus que me ajuda e que não depende
tudo de mim. Mas, na verdade, continuo sempre a “sofrer” muito quando sei que
vou ter de falar. Creio que Deus tem estado, a pouco e pouco, a transformar esse
meu traço de personalidade, pois tem colocado diante de mim desafios nessa
área. Ultimamente, têm-me surgido convites para falar em público e, pela graça
de Deus, depois de muito “sofrer” na preparação das intervenções, acaba por
correr bem. Um convite que alegrou muito o meu coração, por um lado, e que me
deixou com o sentimento de que sou do tamanhinho de um grão de areia, por
outro, chegou-me da parte da união feminina da Igreja Baptista da Horta, que me
convidou para ir ao Faial, no verão, para falar no retiro de mulheres. Senti do
Senhor aceitar este desafio. Peço que Deus me ajude a não deixar que a timidez
impeça a Sua obra. E, ao mesmo tempo, que eu nunca deixe de depender
exclusivamente do Senhor para confiar em mim mesma. (E, já agora, orem por mim, por favor!)
8 de fevereiro de 2014
6 de fevereiro de 2014
Celeste
Desde domingo que
o meu pensamento e as minhas orações são para a Celeste. É esposa de um pastor,
tem 4 filhos e é avó. É da geração da minha mãe. O Alan, marido da Celeste,
assumiu o pastorado da igreja a que eu pertencia quando eu tinha creio que 13
anos e acompanharam-me até aos 16. Ficámos sempre amigos. Já depois de
regressar dos Açores, estivemos com este casal e nessa ocasião pude conversar
com a Celeste, que me abraçou carinhosamente (não
esqueço este abraço), dizendo à minha filha Mariana que eu fui uma das suas
meninas.
A notícia de que
a Celeste se encontra em coma abalou-me muito. Um milagre, é o que peço a Deus.
Foi há 1 ano...
Foi há 1 ano atrás que todos os nossos pertences seguiram por mar rumo a Lisboa, enquanto nós fazíamos as últimas despedidas, para depois partirmos de avião no dia 8 de fevereiro.
4 de fevereiro de 2014
Mãos largas a pedir
Mariana em oração:
"Senhor, ajuda os pobrezinhos, dá-lhes comida para que eles
não tenham fome. Dá-lhes também um sofá e uma televisãozinha." (pausa) "Senhor, ajuda também os doentinhos. Que eles possam ir ao
médico e ficar bons. Dá-lhes também um carrinho para que eles possam ir ao médico."
30 de janeiro de 2014
Podes entrar...
“- Mamã, conta-me uma história!” – pede-me a minha filha, já
deitada na cama.
“- Queres sobre quê? Sobre grávidas?” (este é um dos seus
temas prediletos)
“- Sim!”
Aproveitando o interesse dela, contei-lhe a história de
Isabel e Zacarias, casal sem filhos, já avançado em anos, a quem Deus ouviu as
orações, dando-lhes um filho - João Baptista.
“- E João veio a ser um servo de Deus tremendo! Sabes, foi
ele quem baptizou Jesus!”
"- Porque é que Jesus se baptizou?” – pergunta-me ela, com
aquele olhar vivo e inteligente, de quem gosta de aprofundar o porquê das
coisas.
“- Para nos dar o exemplo.” - respondo.
“- Que exemplo?” – insiste ela.
“- O exemplo de que quem decide deixar Jesus entrar e habitar
no seu coração, abandonando o pecado, deve assumir essa decisão perante todos,
sendo baptizado nas águas.”
Ficou pensativa.
Decido então, continuar a explicação: “- Sabes, Jesus deseja
muito habitar nos corações vazios e tristes, cheios de pecado. Quando lhe abrem
a porta desses corações, ele entra, fecha a porta, e fica lá a morar. O coração
fica limpinho e nós tornamo-nos pessoas diferentes, mais bonitas, que amam a
Deus. Passamos também a querer afastarmo-nos das coisas más. E temos uma
felicidade muito, muito grande dentro de nós!”
Com uma expressão diferente, preocupada talvez, de quem
entendeu o sentido do que lhe acabava de ser explicado, diz-me assim: “- Eu
nunca fiz essa oração para abrir a porta a Jesus…”.
“- Não?”- pergunto-lhe eu, enquanto começo a sentir o
coração a acelerar e a emoção a tomar conta de mim… “-Queres fazê-la agora?”
“-Ele está aqui à porta do meu coração?” – pergunta-me ela.
“-Está sim…”
Ela inclina a cabecinha, olhando em direção ao seu peito, e
sussurra com carinho: “- Jesus, podes entrar…”
Delicioso este momento! Aqui, não retive as lágrimas.
Fizemos uma
oração e ela dormiu profundamente, enquanto eu gravava mais esta doce
memória no meu coração de mãe.
Que Jesus possa ser sempre o Senhor da tua vida, filha. E que o teu coração possa ser conhecido como um coração cheio e transbordante do amor de Jesus.
24 de janeiro de 2014
Opinião
Na 2ªf passada, estive na Livraria Baptista, a convite dos amigos Tiago e Ana Rute Cavaco, para falar da minha experiência de leitura do seu livro "Felizes para Sempre e outros equívocos acerca do casamento". Partilho convosco as anotações que levei comigo naquela noite (algumas destas coisas posso não ter chegado a dizer e outras mais que aqui não estão foram ditas). A explicação é simples: quando eu olhava para as minhas anotações só via uma aglomerado de letras, tal era o estado de nervos :) Foi uma experiência que me marcou tão profundamente pela positiva que acho que nunca a esquecerei (mas disto poderei falar um dia noutro post).
O livro é bom, muito útil e recomenda-se. Aqui fica a minha cábula:
"Li o livro do Tiago com muito interesse, pois o casamento é um tema que me atrai, desde logo porque sou uma mulher casada, mas também porque sou esposa de um pastor e acompanho o meu marido no aconselhamento matrimonial.
Conheço o Tiago há muito tempo e sei que é uma pessoa com um bom conteúdo, um pensador. Sei também que é muito bem casado com a Ana Rute e que eles têm um bom casamento, o que credibiliza muito o seu escrito.
O Tiago é cristão e, desde logo, esclarece que a sua visão do casamento é baseada na sua fé e que não consegue dissociar o casamento da fé que tem. No entanto, creio que ele consegue que a mensagem do livro esteja acessível tanto aos que professam a fé cristã como ao público que não tem essa visão. Aliás, o Tiago tem uma capacidade pouco comum no meio evangélico que é a de conseguir comunicar muito bem quer com os que estão na igreja, quer com os que não pertencem à igreja.
Ao contrário de outros livros acerca deste tema, que falam mais de regras do bom funcionamento dos casais, com muitos exemplos pessoais e histórias, este livro procura ir à essência do que é o casamento. O casamento foi inventado por Deus, que também fez as suas regras de funcionamento. Este livro tem a clareza de conseguir mostrar o alvo que Deus tem para o casamento e as expectativas reais que devemos ter do mesmo. Ao ir à origem da questão, o livro faz-nos pensar no verdadeiro propósito do casamento, nas dificuldades e virtudes do mesmo.
Com isto, o Tiago desmistifica um conjunto de equívocos que a sociedade actual foi criando acerca do casamento e também desconstrói as expectativas erradas com que muitas pessoas entram no casamento.
Há duas palavras que ressaltam no livro quando se explica o sentido do casamento: escola e processo. O casamento é uma escola e um processo de transformação. A nossa individualidade, tal como era enquanto solteiros, termina no dia em que casamos. O Tiago diz que quando casamos "deixamos de ser um indivíduo e passamos a ser uma metade".
Uma das partes que mais gostei do livro foi esta que passo a citar: "A felicidade do casamento parece estar enraizada na capacidade que ele tem de nos transformar, de ser tudo menos inócuo para aqueles que o experimentam. O casamento faz-nos novos. E é a partir daqui que podemos dizer que mais que nos querer fazer felizes, o casamento quer fazer-nos novos."
No final do livro, percebemos que afinal aquilo que hoje em dia desmotiva as pessoas em relação ao casamento não tem razão de ser, pois são equívocos, coisas que o casamento não deve ser. O casamento vale a pena, funciona e traz felicidade, quando vivido da forma que o seu inventor (Deus) o pensou.
Espero, sinceramente, que este seja o primeiro de mais livros do Tiago, pois precisamos de mais conteúdos de qualidade e fiéis à Palavra de Deus como este, na nossa literatura cristã evangélica portuguesa."
16 de janeiro de 2014
Os olhos das crianças
Ao descarregar as fotos do meu telemóvel, não posso deixar de aqui partilhar esta. Estavamos a passear num shopping, com o meu pai, por altura do Natal. Naquele dia havia uma agitação enorme no shopping, estava mesmo à pinha. Não apenas por causa das compras de Natal, mas essencialmente por causa da presença do modelo Pedro Guedes. Estava acompanhado das mascotes do filme Madagáscar, para delírio das crianças. Naquele dia, podia-se tirar uma foto com o Pedro Guedes de um lado e com o "rei Julian", o lémure, do outro, e ainda ganhar dois beijinhos do Pedro Guedes no final. Bastava aguardar na lonnnnnga fila constituída, basicamente, por mulheres. O meu filho mais velho, a vibrar com todo aquele ambiente, vira-se para mim e pede-me o telemóvel para tirar uma foto. Mal sabia eu o que ele ía fazer a seguir. Muito apressado, fura aquela fila enorme, coloca-se mesmo em frente ao Pedro Guedes e 'zás', tira uma foto ao lémure! Todo contente, corre para me mostrar a foto que conseguiu tirar ao animal. Achei muita graça. Eu e todas as pessoas que repararam na cena. São assim as crianças.
15 de janeiro de 2014
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