Neste vídeo, o comportamento da Heidi entre os minutos 7.45 e 8.04 seria certamente censurado numa versão Séc. XXI desta série. A mim, sinceramente, não me choca nada, pois ainda sou da geração do "sopra que está bom"!
28 de junho de 2008
27 de junho de 2008
24 de junho de 2008
Balanço
Tenho-me recordado muitas vezes de uma coisa que a Ana Rute me disse num comentário a um post, a propósito do que é ter dois filhos: "Não é o dobro do trabalho, mas dá trabalho". Pura verdade. Com este segundo filho tenho a sensação de que é só "acrescentar mais água na panela". O facto dos meus filhos terem uma diferença pequena de idades também ajuda muito. Mudar fraldas, acordar de noite, amamentar, choros, banhos, roupas, não é nada que já tivessemos esquecido. Como se costuma dizer, ainda não tínhamos "perdido o treino". A experiência também tem aqui muito peso. E é tão bom tê-la! Mas o que mais me tem impressionado nesta experiência de "passagem à pluralidade" é a forma como conseguimos amar os dois filhos de forma exactamente igual. Até há umas semanas atrás só amavamos um e agora continuamos a amá-lo, mas também amamos com a mesma medida a sua irmã. De onde veio todo este amor? É de ficar sem palavras... Eu vejo claramente nisto um milagre do Senhor. É obra Sua. E tudo o que Ele faz é muito bom.
O pai herói
Quando o pai vai à noite pescar, a primeira coisa que o nosso filho faz quando acorda de manhã é ir a correr ao frigorífico ver os peixes. Desta vez, de entre os peixes que o pai trouxe destacavam-se dois sargos bem grandes. À tarde, enquanto brincava com um menino nos baloiços, disse com um ar muito orgulhoso e cheio de ênfase: "Sabes, o meu pai pescou dois tubarões!"
23 de junho de 2008
O Acontecimento
No Continente isto seria uma coisa absolutamente banal, mas aqui é o acontecimento. No Continente todas as terrinhas têm um ou mais do que um. Aqui é estreia absoluta. Senhoras e senhores, agarrem-se que vou lançar a bomba: o Faial tem, finalmente, um... Restaurante Chinês!!!
21 de junho de 2008
20 de junho de 2008
Irmãos

Desde que soubemos que iríamos ter mais um filho, uma das nossas maiores preocupações foi preparar o filho mais velho para a chegada do bebé. Durante a gravidez correu sempre tudo muito bem, melhor até do que poderíamos esperar à partida. A nossa grande expectativa era ver a reacção dele quando visse a bebé olhos nos olhos. Alguns minutos depois da bebé ter nascido, o pai foi buscá-lo a casa. Entraram no quarto do hospital e, numa corrida, abeirou-se da cama onde eu estava com a menina. Olhou para ela e disse muito alto: “Ela não tem dentes!” Foi gargalhada geral. Segundos depois, a chucha da bebé fez o trajecto que se vê nas fotos acima: da boca dela para a boca dele. No dia seguinte, preparámos uma surpresa para ele. Durante meses, ele andou a “namorar” um camião enormíssimo, de caixa aberta, que estava em exposição numa mercearia onde costumamos fazer compras. Pois bem, nesse dia, à hora da visita, o camião estava embrulhado, debaixo da minha cama do hospital, e dissemos-lhe que era uma prenda da Mariana para ele. Foi a loucura! Desde então, aqueles dois vivem um amor meloso nunca visto. Ele passa o dia a dar-lhe festinhas, beijos e chama-lhe carinhosamente: “minha tontinha!” A frase mais ouvida aqui por casa é: “Mamã, posso pegar-lhe?” É uma alegria e uma bênção ver como ele gosta da irmã e a ama tanto. E nós, pais babados, já perdemos a conta aos beijos que lhes damos por dia. O sentimento é de gratidão desmedida por estes dois tesouros que Deus nos entregou.
7 de junho de 2008
O que mudou
De 2005 para 2008, algumas coisas mudaram aqui na maternidade do Hospital. Hoje, há muito mais mulheres internadas, mas nem todas por terem dado à luz ou estarem na iminência de o fazer. Muitas delas estão ali por causa disto. E por causa disto, existe agora um constrangimento no ar que leva a que as mulheres tenham deixado de perguntar umas às outras o motivo porque estão ali estão internadas. Agora, perguntam umas às outras: "Por acaso sabe porque é que aquela senhora está internada?"
Das visitas
Quando o meu filho nasceu, estavamos a viver no Faial há apenas 7 meses. Ainda assim, foram muitas as pessoas que me visitaram na maternidade, nomeadamente, os irmãos da igreja e o meu senhorio. Nessa altura, também tive a surpresa de receber a visita dos meus pais, ao 3º dia. Desta vez, uma das coisas que me impressionou foi o carinho transbordante que recebi em visitas, flores, ofertas, sms, telefonemas. Até fora de horas recebia visitas de pessoas que trabalham no hospital e que têm "livre trânsito". Não houve quem me batesse em flores naquela maternidade. Fico a pensar no que aconteceu nestes três anos e pouco de Faial. Hoje, temos tantos amigos, tantos conhecimentos... E o melhor de tudo isto é constatar que as pessoas gostam de nós e já nos vêem como "gente da terra". De facto, o amor de Deus atrai e une com laços fortes. Que assim possa perdurar.Do parto
Ainda não consegui perceber se é uma qualidade ou um defeito, esta minha característica de suportar a dor em silêncio. E por causa disto, muitas vezes as pessoas não se apercebem que eu estou prestes a "dar o estoiro". Tive essa experiência no parto do meu primeiro filho e também agora com a minha filha. Das duas vezes, a parteira olhou para mim e achou que "ainda ía ser coisa demorada". Também das duas vezes, mandou-me voltar para casa e regressar quando estivesse "mais apertada". Mas, das duas vezes, tive de regressar dali a poucas horas, nascendo os bebés de seguida. Desta vez, fui para casa às 19h00 e voltei a dar entrada no hospital às 20h45, tendo a bebé nascido às 21h32. Sem soro, sem epidoral, apenas assistida por uma parteira e uma enfermeira estagiária. A igreja estava reunida em oração, pois o trabalho de parto coincidiu com o horário do culto de 4ª feira. Senti claramente que o Senhor estava comigo. Correu tudo tão bem. No final, o sentimento de gratidão era tão profundo...
Acredito que não é por acaso que tudo correu tão bem. Foi a Mão do Senhor, sem dúvida.
(Agradeço muito a todos os que oraram por nós)
2 de junho de 2008
29 de maio de 2008
Mariana

Nasceu a Mariana!
3,2Kg, saudável e muito linda! A mais bela açoriana do arquipélago (opinião de pai babado).
Depois de assistir ao parto, admiro ainda mais a minha mulher, que se portou como uma verdadeira heroína, sendo mesmo elogiada pela parteira, a mesma que ajudou a nascer o nosso primeiro filho e por quem temos muita gratidão.
Fiquei mais uma vez, estupefacto com aquele sofrimento e pensava… a culpa é da Eva!
Fora de brincadeira, admiro muito a minha mulher e estou-lhe agradecido por ter trazido no ventre durante 40 semanas, o precioso tesouro que o Senhor nos deu.
No Salmo 127:3, diz que os filhos são herança do Senhor, e de facto, sentimo-nos detentores de uma riqueza incalculável, de uma herança tremenda.
Desejamos muito que esta pequenina menina venha a ser uma grande mulher cheia de amor pelo Senhor, pois não há garantia melhor para se ser feliz.
Obrigado Senhor por esta preciosa herança!
3,2Kg, saudável e muito linda! A mais bela açoriana do arquipélago (opinião de pai babado).
Depois de assistir ao parto, admiro ainda mais a minha mulher, que se portou como uma verdadeira heroína, sendo mesmo elogiada pela parteira, a mesma que ajudou a nascer o nosso primeiro filho e por quem temos muita gratidão.
Fiquei mais uma vez, estupefacto com aquele sofrimento e pensava… a culpa é da Eva!
Fora de brincadeira, admiro muito a minha mulher e estou-lhe agradecido por ter trazido no ventre durante 40 semanas, o precioso tesouro que o Senhor nos deu.
No Salmo 127:3, diz que os filhos são herança do Senhor, e de facto, sentimo-nos detentores de uma riqueza incalculável, de uma herança tremenda.
Desejamos muito que esta pequenina menina venha a ser uma grande mulher cheia de amor pelo Senhor, pois não há garantia melhor para se ser feliz.
Obrigado Senhor por esta preciosa herança!
25 de maio de 2008
Até breve...
A caminho das 40 semanas, vivo cada dia na expectativa de que "este poderá ser o dia". Tenho as malas preparadas para levar para o hospital. Tudo está pronto. O meu marido ficou com a incumbência de escrever o post do anúncio do nascimento da nossa bebé (vai ser a sua estreia mundial no mundo blogger). O nosso filho já estreou a sua cama nova (de menino crescido) com um espectacular edredão do "Pocoyo", deixando o berço vago para a "minha Miriana", como ele diz carinhosamente. Todos os dias, procuro deixar o mínimo de assuntos pendentes no emprego (sim, ainda estou a trabalhar...), pois nunca sei se no dia seguinte ainda lá estarei. Os meus colegas todos os dias vão ao meu gabinete espreitar se ainda lá estou. Esta semana já se despediram de mim, numa surpresa lindíssima, ofertando-me prendas encantadoras que eu não poderia comprar. Os meus pais já chegaram do Continente para conhecer a neta mais nova e dar a sua preciosa ajuda nos dias que se vão seguir. As contracções já vão dando sinal de si. O cansaço também (apesar de ainda continuar a ter forças para pegar o meu filho ao colo). A Mariana, essa, parece não ter pressa nenhuma. Vai ser quando ela quiser e Deus permitir. Tudo está pronto. Todos esperamos ansiosamente por ti, querida Mariana. Vem depressa que tens aqui um montão de miminhos e "nhó-nhós" à tua espera!
(Até breve, amigos)
20 de maio de 2008
15 de maio de 2008
12 de maio de 2008
Sim, senhora!
A minha amiga Alê, do blogue dos adolescentes da Igreja Batista da Orla de Niterói, atribuiu-me este prémio. É sempre muito bom saber que gostam de ler as coisas que aqui vos deixo (obrigada, querida Alê). Como este é um prémio para blogues bons "sim, senhora", vou retribuí-lo às senhoras que eu costumo ler (a maior parte delas estão na barra aqui ao lado, as restantes vão estar em breve...). Mas, de todas elas, vou destacar a Alê, que, apesar de ainda não conhecer pessoalmente, é uma amiga e irmã por quem sinto muita admiração e carinho. Acompanhem o blogue da Alê e do seu marido Alberto, e o ministério deles com os adolescentes. Muito inspirador.Ainda o dia das mães...
E, neste dia, uma das coisas mais difíceis é termos as nossas mães longe de nós. Custa muitíssimo. Estamos longe delas apenas por amor ao Senhor. Mas nos nossos corações e nas nossas orações estamos sempre junto delas. Às vezes, eu e o meu marido imaginamos se, uma dia, os nossos filhos também nos vão fazer uma "maldade" destas. Se assim for, vai ser muito duro (agora nem conseguimos imaginar uma coisa dessas), mas será, acima de tudo, uma honra ver os nossos meninos seguir o caminho mais "excelente".
(Amamo-vos muito, mães)
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