29 de abril de 2014

Escola bíblica de férias - Festa no Céu!

 Durante as férias da Páscoa, realizou-se uma Escola Bíblica de Férias na Igreja Baptista de Queluz. Participaram crianças das igrejas de Queluz, Amadora e vários visitantes. Naquela semana, ouviram histórias bíblicas e missionárias, fizeram jogos, concursos, trabalhos manuais e aprenderam muitas músicas novas. E o lanche! Que enorme lanche… tantas e tantas sandes foram feitas… Uma equipa dirigida pela irmã Maria José Salgueiro, constituída por adultos e jovens, trabalharam arduamente para proporcionar àquelas crianças um encontro com Jesus. Eu só pude assistir ao último dia, no sábado, mas valeu por todos os outros dias em que não pude estar. Vi 10 crianças levantarem-se dos seus lugares, para ir à frente fazer a oração de entrega das suas vidas a Jesus, recebendo-o como seu Senhor e Salvador. Durante o apelo, foi explicado às crianças que quem já tinha feito aquela oração não deveria ir à frente, pois era só para quem ainda não o tinha feito. E, foi consolador ver os meus dois filhos mais velhos ficarem sentadinhos no seu lugar, tendo mais tarde comentado comigo que não foram à frente porque já tinham entregue as suas vidas a Cristo, mas que estavam muito felizes por ver tantos meninos que abriram os seus corações para Jesus. Foi um momento lindo! Um dia de festa na nossa igreja! Um dia de festa no Céu! Deus seja louvado.

24 de abril de 2014

Quem conta um conto acrescenta um ponto

Mariana, sempre muito expressiva, a gesticular muito, cheia de suspense, decide recontar a lição que aprendeu na escola bíblica dominical: “Depois de Jesus ressuscitar, apareceu aos discípulos e comeu com eles. Assaram peixinho nas brasas e a sobremesa… acho que foi gelado.”

10 de abril de 2014

Tomás, 3 anos

Uma vassoura, uma pá de praia, uma colher de pau, tudo serve de guitarra. Um alguidar, um pequeno banco, ou uma caixa de brinquedos ao contrário, são baterias perfeitas para ele. O seu brinquedo predileto são as baquetas. Tem música dentro de si. É muito tranquilo. Não são poucas as vezes que, durante as viagens de carro, tenho de virar-me para trás só para ver se ele adormeceu ou, confesso, para confirmar se ele está lá mesmo sentado, pois vai sempre sossegado. É um bem-disposto. Quando dá uma gargalhada boa, inclina a cabecinha para trás a rir (delicioso). É um bom garfo e o primeiro a sentar-se à mesa. Muitas vezes, enquanto termino as refeições, já ele está sentadinho no seu lugar à mesa, aguardando serenamente que lhe sirvam comida. É muito “espanhol” a falar. Gosta muito de motas. Tem um olhar doce e uma meiguice natural. Mas quando o aborrecem, defende-se com firmeza. Faz esconderijos, estou sempre a descobri-los. É lá que guarda alguns dos seus brinquedos preferidos e alguns brinquedos dos irmãos, sem que eles saibam. Abraça as pessoas com abraços demorados. Ri-se com as sobrancelhas. Anda sempre ao meu colo. É o bebé pequenino lá de casa. Foi há 3 anos atrás, mais ou menos a esta hora, que nasceu o Tomás, numa pequena ilha açoriana, rodeado de muito amor. Que o nosso Deus o guarde e abençoe por toda a sua vida. E que a sua vida eleve bem alto o nome do Senhor.

8 de abril de 2014

Mãos cheias de bençãos

O Lucas e o Filipe são dois milagres de Deus. Durante meses, a Igreja de Queluz orou por estes meninos e pela mãe, na sequência de uma gravidez de risco, em que o cenário de um parto demasiado prematuro, com todos os riscos que isso envolve, era dado como quase certo. Mas Deus pôs a mão e correu tudo bem. São dois bebés lindos, rechonchudos, que fazem as nossas delícias. No domingo, os pais dedicaram-nos a Deus e a Igreja orou por eles e pela família. Foi um momento muito emotivo, em que pudemos expressar a nossa gratidão a Deus por estas duas novas vidas. Que o Senhor os abençoe e guarde.

7 de abril de 2014

Conversas de ocasião

Há uns tempos atrás, o tio C. foi buscar os meus filhos mais novos à escola. Quando íam no carro, a minha filha Mariana, para iniciar conversa, certamente procurando atingir as gostos masculinos, sai-se com esta (num tom muito convicto): “O Benfica é um grande clube! O Benfica é mesmo muito bom!”
Recentemente, os meus filhos mais velhos foram passar a tarde com os tios e com o avô. Quando íam no carro da tia, o Miguel, para puxar conversa, sai-se com esta: “Tia, sabias que o Beethoven compôs a música do seu próprio funeral?”
(lol)

5 de abril de 2014

4 de abril de 2014

Filhos que oram por Mães

"Senhor, ajuda a mamã no trabalho. Que ela possa obedecer sempre à sua diretora e fazer tudo muito bem. Que ela não se engane nos seus trabalhos e que fiquem muito bem-feitinhos. E mesmo que as suas colegas façam os trabalhos mal-feitos, que ela faça os dela sempre bem-feitinhos." (Mariana)

Autismo

Esta semana, assinalou-se o dia mundial da consciencialização para o autismo. Estes temas acabam sempre por nos falar mais intensamente ao coração quando temos alguém de perto que vive esta realidade. Este ano, o autismo passou a ser um asunto falado na nossa casa, por causa do João. A mãe do João e eu andámos grávidas ao mesmo tempo. Ela é minha amiga e minha irmã na fé. O João nasceu de cesariana, dois dias antes do meu filho, pelo que também acabámos por ser colegas na maternidade. O João é lindo e feliz. Este ano, descobriu-se o motivo pelo qual o João, entre outras coisas,  não fala e não brinca com os outros meninos. O João é autista. Na pequena ilha onde vive, são poucos os recursos para o poderem ajudar. Os pais estão a preparar-se para mudar de residência para uma terra maior, onde exista apoio médico e terapeutico adequado. O João é muito amado. É o menino dos olhos daqueles pais. Em pouco tempo, os pais já estudaram sobre o assunto, já estão a par das terapias, das instituições de apoio, de tudo. Desdobram-se para proporcionar o melhor àquele menino. Fazem-no por amor. E são compensados por isso. O amor do João pelos pais é bem visível em cada sorriso seu. E, enquanto se luta pela consciencialização para o autismo, os cientistas avançam nas suas pesquisas rumo ao diagnóstico pré-natal do autismo. Sinceramente, temo muito pela descoberta deste diagnóstico precoce. Sei que poderá ser bom, pois permitirá antecipar tratamentos. Mas se for para se passar a abranger estes casos no rol das malformações que permitem abortar, temo que acabem os autistas...

3 de abril de 2014

Viva e Eficaz

 
A Palavra de Deus é "viva e eficaz". Quando a partilhamos, nunca volta para trás vazia. É como uma “espada de dois gumes”, bem afiada, que penetra bem fundo nos corações, chegando onde nenhum homem consegue chegar. Estou muito feliz pelo que Deus está a fazer no nosso meio. De facto, a obra de Deus não pode ser feita na nossa força, mas apenas na dependência do Senhor. Num destes domingos, no final do culto, um homem aproximou-se do meu marido e, muito tocado pela pregação que acabara de ouvir, disse assim: “Pastor, enquanto ouvia a Palavra de Deus, senti como se tivesse um cadeado no meu coração e, de repente, o cadeado abriu-se… e eu compreendi que tenho de perdoar uma pessoa e que tenho de amá-la.” Arrepiante. E outras maravilhas têm acontecido. Por exemplo, pessoas que mantinham relacionamentos amorosos que não estavam de acordo com o padrão de Deus, ouviram o ensino do Senhor, acataram-no, e contraíram casamento. Só o Senhor tem poder para convencer o homem do pecado e para mudar o seu coração. Que muitas mais vidas possam ser penetradas por esta Espada aguçada. Pois onde ela toca, transforma.

2 de abril de 2014

Deus é sempre Bom

No fim-de-semana passado, quando abri o Facebook, fiquei sem palavras ao ver fotos da Celeste, já em casa, feliz, com o neto ao colo. O filho da Celeste intitulou as fotos com a frase: “O dia que eu ‘sabia’ que não iria acontecer”. Mas aconteceu mesmo! Deus seja louvado por isso. E ao ver aquelas fotos, bem como um pequeno vídeo em que a Celeste aparece de pé, a dar pequenos passos, no quintal de sua casa, a emoção tomou conta de mim. Nos últimos tempos, tenho pedido muito a Deus que não tome a Celeste e que lhe  devolva a ‘vida’. E emociono-me sempre muito quando oro por ela, pois, ainda há bem pouco tempo, fazia essa mesma oração a Deus por outra Celeste, a minha querida mãe. Porém, no meu caso, Deus decidiu tomar mesmo a minha mãe para junto de Si. E o dia que temia que não acontecesse, não aconteceu mesmo. Fico a pensar que, de facto, nós não mandamos nada. Deus faz as coisas como quer, quando quer e com quem quer. A Sua vontade é soberana. Desta vez, Deus achou por bem fazer um milagre e devolveu a Celeste à 'vida' e à sua família. Alegro-me tanto por isso! Penso no seu marido, nos seus filhos e no netinho… quanta gratidão a Deus devem sentir todos eles! Deus mostrou o Seu poder àquela família de uma forma invulgar e arrebatadora! E se o fez é porque tem um propósito nisso. Mas, pensando bem, também na vida da minha mãe Deus fez um milagre muito grande. Depois de um percurso tumultuado, ela partiu em paz com Deus, com o coração quebrantado, certa da sua Salvação em Cristo. Deus sabe o que é melhor em cada caso. E no caso da minha mãe, o Senhor achou que o melhor era mesmo não a devolver à ‘vida’, mas antes tomá-la para Si. Custa muito enfrentar a realidade de que Deus tenha decidido adiar o meu reencontro com a minha mãe para a eternidade. Mas se pensarmos bem, não custa nada. Difícil seria uma separação eterna. É só um bocadinho de tempo, comparado com toda uma eternidade juntas. Deus tudo sabe. E tudo o que Deus faz é bom. E Deus é bom em todo o tempo. “Que a Tua vontade seja feita na terra, assim como é feita no Céu.”

1 de abril de 2014

:)

(Mais do mesmo)

Ao telefone para a ilha de São Miguel:

Eu: "- Pode dizer-me o seu e-mail, por favor?”

Resposta: “- O e-mail é: info…”

E eu repito: “- Ok, info…”

E o senhor continua: “- Arroba, Luís, trace”

E eu repito: “- Arroba, Luís, traço… sim…”)

Até que chega o inesperado: “- Meines…”

E eu pergunto: “- Mendes?”

Resposta: “- Nã é Mendes. É trace, meines!”

Já aflita, pergunto: “- Peço desculpa, creio que não o estou a perceber bem. Disse Meines?”

Resposta: “- Nã, senhora! Ê disse trace de mé-nes!” (Tradução: traço de menos, vulgo, hífen)

(Lol)

28 de março de 2014

Fome de Deus

Quando li o livro de Joanna Weaver, houve uma parte que me tocou bastante. Foi a parte que falava sobre o facto de muitas pessoas não sentirem “fome” de Deus. E isto é uma realidade tão preocupante! Muitas vezes, procuro aguçar o “apetite” por Deus àqueles com quem me relaciono, mas o interesse por provar o “cardápio” que lhes é apresento (e que é quase sempre bem aceite e respeitado) acaba por não se concretizar, pois as pessoas andam de “estômago cheio”. Joanna Weaver conta até um episódio interessante. Certa vez, uma mulher andou todo o dia a preparar uma refeição para receber umas visitas. Preparou comidas, sobremesas, decoração,enfim, foi uma azáfama. E enquanto trabalhava, ía petiscando aqui e ali. Quando chegou a hora do jantar, a mesa estava linda, repleta das melhores iguarias e ela não tinha uma ponta de fome. Que desperdício! É preocupante não sentirmos fome do “Pão da Vida” por termos o estômago cheio de gulodices. Estas podem ser até coisas muito boas: família, trabalho, projetos, desporto, lazer. Mas não são o alimento principal. E isto não é só para descrentes, aliás, Joanna fala para crentes. Há dias, falava com uma pessoa que me dizia que, olhando para trás, reconhece que houve um período de tempo na sua vida em que andou afastada do caminho de Deus. E o pior: nem tinha consciência de que andava tão mal. Hoje, tem outra compreensão das coisas e reconhece “o risco” que correu. Muitos de nós também já trilhámos esse caminho mau. Não nos enganemos: petiscos e snacks não são refeição. Na verdade, são um engano. São alimento que traz doença e morte. “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos.” (Mateus 5:6)

27 de março de 2014

Dawow

Por estes dias, no meu trabalho, tive de telefonar para a Divisão de Obras e Urbanismo de uma Câmara Municipal que fica numa  das zonas mais complicadas, a nível de sotaque, da ilha de São Miguel. Responderam-me que tinha de fazer o meu pedido por e-mail. Até aqui tudo bem. O problema foi quando pedi para me dizerem o e-mail. Ora bem, o e-mail começa por “dou@...” (que são as iniciais de Divisão de Obras e Urbanismo), mas até eu perceber o “dou” foi uma verdadeira tourada. Dizia-me a senhora qualquer coisa como: “Dawow”. “Desculpe?” E ela repetia “Dawow”. “Pode soletrar, por favor?” (o que eu fui dizer…) “Ok. “Daw / “Aou” /”iuu”. Bem, a dada altura, a senhora começou a rir (certamente pensando "estas queques de Lisboa não percebem nada disto!") e eu própria comecei a rir e foi uma risada pegada. E ela lá se esmerava: “Daw de daduu” ("Ok, D de dado" – lá ía eu tentando pescar alguma coisa), “iuu de iuuva" (U de Uva…). Bem, já me caíam lágrimas de tanto rir! Que belo momento. Viva a boa disposição!

25 de março de 2014

Soberano

 
Quando estivemos de visita à Igreja de Braga, fomos também à Escola Bíblica Dominical. Como o meu filho mais novo não estava a querer ficar na classe das crianças, fiquei com ele a assistir à lição. A professora, Raquel Andrade, sentada com as crianças numa roda, contava-lhes a história de Dorcas. Do lado de fora da roda, eu observava as expressões das crianças, completamente concentradas na história. A dada altura da história, Dorcas morreu. A professora perguntou então às crianças: ”Porque será que Deus nem sempre responde às nossas orações da forma que gostávamos?” Fez-se um silêncio. “Porque é que Deus não faz tudo o que lhe pedimos?” – insiste a professora. Nisto, ouço a minha filha, destemida, num tom muito seguro e sereno, avançar com uma resposta: “É porque os pais não têm de obedecer aos filhos!”. Confesso que fiquei surpreendida com a profundidade da sua resposta e emocionada ao mesmo tempo. É isso mesmo, filha. Deus é soberano.

20 de março de 2014

:)

(A respeito de uma senhora, na casa dos 50, que começou a namorar)
Miguel: "- Ó mamã, porque é que ela só começou a namorar agora com esta idade?"
Eu: "-Bem, na verdade, não foi "só agora" que começou a namorar. Sabes, essa senhora já teve marido, filhos, netos... mas depois ficou sozinha. Então, agora ela encontrou alguém para lhe fazer companhia. Entendes?"
Miguel: "- Sim..." (pausa) E continua: "- O avô também está sozinho..." (pausa) "- Ele também podia arranjar uma companhia..." (pausa mais longa) E conclui: "- Acho que o avô não deve ter muito jeito com as miúdas!"
(lol)

"Aquietai-vos"

Por estes dias, passei por uma sitação no trabalho em que precisava de muita sabedoria (mesmo muita) para reagir a essa situação. Não sabia o que fazer. Na minha força, pensei em mil e uma respostas diferentes, mas todas elas acabavam por me parecer ou insuficientes ou exageradas. Uma palavra em falso poderia despoletar um problema. Decidi não responder logo, rendi-me à minha incapacidade e orei ao Senhor. Pedi-Lhe sabedoria para agir. É curioso que, depois de orar, senti muita paz. Passou-se o fim-de-semana e Deus foi falando ao meu coração. Na 2ªfeira, eu já sabia a resposta que tinha de ser dada. E a resposta era: "Não responder". E assim foi. E é incrivel como a sabedoria de Deus é tão perfeita! Ao não responder, tudo ficou resolvido e o meu testemunho cristão foi passado. Não é fácil, mas Deus capacita-nos a não nos deixarmos dominar pelos nossos impulsos (muitas vezes tão enganadores). "Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus." (Salmos 46:10)

19 de março de 2014

Escrita

Na reunião de mulheres da nossa igreja, tive oportunidade de partilhar com as irmãs um pouco do meu testemunho de vida cristã. Desta forma, pude dar-me a conhecer um pouco melhor às irmãs, procurando também encorajá-las na sua caminhada com Cristo. No final, colocaram-me uma pergunta muito pertinente e que, curiosamente, é uma pergunta que me acompanha há muito tempo e sobre a qual tenho vindo a refletir (às vezes, até digo na brincadeira que hei-de escrever um livro sobre este tema). E a pergunta é mais ou menos esta: “Como vê o papel da mulher do pastor e como pode a igreja colaborar com ela/ajudá-la?”. Eu, confesso, não ía preparada para esta pergunta e não sou nada boa no improviso. Mas, lá respondi o que estava no meu coração. Curiosamente, alguns dias depois, uma outra irmã, por quem tenho muita estima e respeito pela sua vivência cristã, veio perguntar-me porque é que eu não passava a escrito o que tinha falado na reunião sobre o papel da mulher do pastor e a forma como eu vivo essa realidade, e enviava para a revista do DF. Estou a “cozinhar” a ideia… 

:)

Acho muita graça que a minha chefe diga que o meu marido é o responsável pela "Paróquia de Queluz".

17 de março de 2014

Jovens


No domingo passado, o culto foi dirigido pelos jovens da Igreja de Queluz e foi mesmo maravilhoso! Dirigiram os louvores, apresentaram o ministério de jovens e a pregação foi entregue pelo Rui Ribeiro, jovem seminarista da nossa igreja. Foi tudo tão bom, numa atitude tão espiritual, que deu gosto ver estes jovens já tão envolvidos na obra do Senhor! Têm tantos dons diferentes, tanto potencial! Fico a imaginar o que Deus poderá fazer através de cada um deles… é tremendo! Oro pela consagração diária destes jovens ao Senhor. No final do culto, almoçaram todos juntos, sempre num ambiente de união e amizade. Que Deus abençoe, proteja e a multiplique este grupo de jovens.

Mulheres

No dia da Mulher, as senhoras da Igreja Baptista de Queluz reuniram-se para ter um tempo de partilha, oração e convívio. Foi uma reunião muito abençoada. Éramos 28 mulheres. Ficámos a conhecer-nos melhor (nas igrejas grandes isto nem sempre é fácil) e fomos muito edificadas com as partilhas de cada uma. Esperamos todas que esta tenha sido a primeira de muitas reuniões deste género. Ficamos na expetativa do que o Senhor irá fazer.